terça-feira, 13 de outubro de 2009

Minha vida é uma novela ...

Se você já é um leitor praticante, sabe que minha vida tem mais voltas do que as estradas do centro do Rio de Janeiro, e que eu tenho mais histórias do que a família real portuguesa. A última história que contei sobre meus relacionamentos foi sobre o Carma 4 ( sabe o maluco beleza?! Ele!) e desde de lá não escrevo mais nada relacionado diretamente aos meus rolos. Bom, neste momento (e espero que para todo o sempre) eu estou comprometida com o Carma 3, eu nem sei bem como mas é isso aí mesmo ( hahahaha). Na verdade pintou aí um sentimento, uma coisa de dentro, uma paixão louuuucaaa e voltamos e desde de lá já vão aí uns 3 meses ( dia 18 ! ). O relacionamento é muito bom, saudável, e com poucas brigas. Mas percebi que um relacionamento saudável não dá história, o que é uma chatice, e eu fico sem saber o que escrever. Na verdade eu me sinto em uma eterna Malhação (nada contra) que dá maior volta, a história chega a ser interessante, mas depois de um tempo perde a graça. Para encher linguiça contarei todos os dias (em que a preguiça não me pegar) sobre a minha rotina, que acredito eu que seja muito desinteressante, mas, divirta-se !



13 de Outubro de 2009

Hoje foi um dia muito normal. Acordei eram 10 para as 11, fiquei cerca de uns 20 minutos com a Bel no telefone, e assisti mais um capítulo de Beverly Hills 9210 (Barrados no Baile), que termina por volta de meio -dia. Fui para a cozinha e fiz o almoço, salsichas com batatas assadas, comi e retornei para a cama por volta das 14 horas para ver TV. Cochilei um pouco quando ouvi o barulho de panelas na cozinha, meu pai averiguava o almoço. Assisti parte de um documentário sobre a Segunda Guerra Mundial, no National Geographic (sou louca pela Segunda Guerra), somado com uma parte da novela que passa no "Vale a pena ver de novo", Alma Gêmea, e caí nos braços de Morfeu novamente. Acordei por volta das 16:50, fui até o salão de cabeleireiro da minha mãe, que é no quintal, para limpar o local, favor que foi pedido pela dona antes de sair de casa para o trabalho. Ao terminar, fui ajeitar os meu cabelos com a prancha e percebi que eles continuavam oleosos como se eu tivesse acabado de fazê - los, desconfiei assim como à alguns dias, que durante a correria no sábado, ainda sobrava um pouco de alisante em minha raiz. Minha cabeça começou a arder. Amostrei à minha mãe o problema e ela falou que realmente ainda tinha um pouco de produto, entrei no banho, lavei os cabelos, tive que continuar com eles molhados já que me encontrava atrasada para o curso. Me arrumei, tentei dá um jeitinho nos cabelos, agora cacheados, e fui para a casa da Thami. No meio do caminho encontro meu namorado esperando sua carona, dou-lhe um beijo e continuo seguindo. Chego na casa da Thami. Espero até a chegada da nossa carona, e quando ela chega entramos e seguimos até o curso. Hoje foi dia de pagar curso, na verdade foi sábado, que não é dia útil, mas o curso fica aberto, rolou um pequeno desentendimento com a secretária, mas no final saiu tudo bem. Assisti minha aula de enfermagem tranquilamente. Terminou minha aula. Passei na sala do meu futuro marido para saber se devo esperar, a resposta como sempre, é sim. Espero uns 4 minutos, entramos no carro do nosso amigo carona e seguimos para casa, a chuva começa a cair. Ele me deixa no portão e vai embora com meu guarda-chuva, entro em casa e o relógio já marca 21:55 hrs. Sento no computador e entro no meu Orkut, Msn, Twitter, etc. E agora estou aqui escrevendo. Esse foi o meu dia.


Boa noite!

Obs.: Me sentindo a própria Anne Frank e seu diário.

Obs².: Só para ressaltar mais a situação e deixá-la mais interessante, estamos aqui em casa apertados como nunca. Meu pai está desempregado e eu também. Minha mãe é única pessoa que ainda tem alguma renda, eu e ela nos viramos em 1000 para poder pagar todas as contas, enquanto o meu pai continua procurando emprego por aí. Eu também estou a atrás do meu primeiro emprego. Passei em um concurso público e estou esperando a chamada. Acabou a minha época de filhinha de papai, mas tudo bem agora é contar com a sorte.