terça-feira, 13 de outubro de 2009

Minha vida é uma novela ...

Se você já é um leitor praticante, sabe que minha vida tem mais voltas do que as estradas do centro do Rio de Janeiro, e que eu tenho mais histórias do que a família real portuguesa. A última história que contei sobre meus relacionamentos foi sobre o Carma 4 ( sabe o maluco beleza?! Ele!) e desde de lá não escrevo mais nada relacionado diretamente aos meus rolos. Bom, neste momento (e espero que para todo o sempre) eu estou comprometida com o Carma 3, eu nem sei bem como mas é isso aí mesmo ( hahahaha). Na verdade pintou aí um sentimento, uma coisa de dentro, uma paixão louuuucaaa e voltamos e desde de lá já vão aí uns 3 meses ( dia 18 ! ). O relacionamento é muito bom, saudável, e com poucas brigas. Mas percebi que um relacionamento saudável não dá história, o que é uma chatice, e eu fico sem saber o que escrever. Na verdade eu me sinto em uma eterna Malhação (nada contra) que dá maior volta, a história chega a ser interessante, mas depois de um tempo perde a graça. Para encher linguiça contarei todos os dias (em que a preguiça não me pegar) sobre a minha rotina, que acredito eu que seja muito desinteressante, mas, divirta-se !



13 de Outubro de 2009

Hoje foi um dia muito normal. Acordei eram 10 para as 11, fiquei cerca de uns 20 minutos com a Bel no telefone, e assisti mais um capítulo de Beverly Hills 9210 (Barrados no Baile), que termina por volta de meio -dia. Fui para a cozinha e fiz o almoço, salsichas com batatas assadas, comi e retornei para a cama por volta das 14 horas para ver TV. Cochilei um pouco quando ouvi o barulho de panelas na cozinha, meu pai averiguava o almoço. Assisti parte de um documentário sobre a Segunda Guerra Mundial, no National Geographic (sou louca pela Segunda Guerra), somado com uma parte da novela que passa no "Vale a pena ver de novo", Alma Gêmea, e caí nos braços de Morfeu novamente. Acordei por volta das 16:50, fui até o salão de cabeleireiro da minha mãe, que é no quintal, para limpar o local, favor que foi pedido pela dona antes de sair de casa para o trabalho. Ao terminar, fui ajeitar os meu cabelos com a prancha e percebi que eles continuavam oleosos como se eu tivesse acabado de fazê - los, desconfiei assim como à alguns dias, que durante a correria no sábado, ainda sobrava um pouco de alisante em minha raiz. Minha cabeça começou a arder. Amostrei à minha mãe o problema e ela falou que realmente ainda tinha um pouco de produto, entrei no banho, lavei os cabelos, tive que continuar com eles molhados já que me encontrava atrasada para o curso. Me arrumei, tentei dá um jeitinho nos cabelos, agora cacheados, e fui para a casa da Thami. No meio do caminho encontro meu namorado esperando sua carona, dou-lhe um beijo e continuo seguindo. Chego na casa da Thami. Espero até a chegada da nossa carona, e quando ela chega entramos e seguimos até o curso. Hoje foi dia de pagar curso, na verdade foi sábado, que não é dia útil, mas o curso fica aberto, rolou um pequeno desentendimento com a secretária, mas no final saiu tudo bem. Assisti minha aula de enfermagem tranquilamente. Terminou minha aula. Passei na sala do meu futuro marido para saber se devo esperar, a resposta como sempre, é sim. Espero uns 4 minutos, entramos no carro do nosso amigo carona e seguimos para casa, a chuva começa a cair. Ele me deixa no portão e vai embora com meu guarda-chuva, entro em casa e o relógio já marca 21:55 hrs. Sento no computador e entro no meu Orkut, Msn, Twitter, etc. E agora estou aqui escrevendo. Esse foi o meu dia.


Boa noite!

Obs.: Me sentindo a própria Anne Frank e seu diário.

Obs².: Só para ressaltar mais a situação e deixá-la mais interessante, estamos aqui em casa apertados como nunca. Meu pai está desempregado e eu também. Minha mãe é única pessoa que ainda tem alguma renda, eu e ela nos viramos em 1000 para poder pagar todas as contas, enquanto o meu pai continua procurando emprego por aí. Eu também estou a atrás do meu primeiro emprego. Passei em um concurso público e estou esperando a chamada. Acabou a minha época de filhinha de papai, mas tudo bem agora é contar com a sorte.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A minha cidade!

Ao longo dos meus 18 anos, eu já passei por vários lugares da minha cidade, praticamente por ela toda, e mesmo assim desconheço a maioria dos lugares. Lembro-me da primeira vez que eu passei pelo calçadão da Barra da Tijuca, perfeitooooo, o cheiro, as pessoas, o mar quebrando nas pedras, etc. Achei tudo tão lindo, tão belo. Apesar de ser uma metrópole, o rio tem mais lugares históricos do que arquiteturas modernas. As ruas do centro são do mesmo jeito há décadas, só no bairro eu posso citar mais de 7 pontos turísticos. Ao contrário de outras cidades grandes, o Rio se divide entre o asfalto e a natureza, muitas das vezes os dois ficam lado a lado, é muito difícil você encontrar um lugar que só tenha prédios, sem um detalhe natural. Engarrafamento? Alguns, mas não exagerados. A violência é típica, mas se aqui as pessoas morrem por bala perdida ou achada, em São Paulo é por sequestro e em Piauí é pela peixeira. Tudo bem que a violência aqui é exagerada, mas se analisarmos bem, a negligência do governo em relação a várias coisas, faz com que as pessoas procurem os caminhos mais fáceis.

Voltando a parte da boa da minha cidade, pode-se dizer que o Rio de Janeiro é a cidade que nunca corre. O carioca sai de casa sempre uma hora mais cedo só para ter a certeza que não vai ter que andar correndo como um doido pra chegar cedo no trabalho. Em dia de chuva, ele sai sem guarda-chuva na esperança que o dia dê praia. Esse continuar chovendo pode ir na praia que você sempre irá encontrar um doido perdido.

Hoje quando fui ao centro da cidade, e vi a falta de pessoas na rua, tentei imaginar onde todas aquelas pessoas estariam enfiadas por aí, até agora eu não sei. mas que estava muito vazio para uma quinta-feira, isto estava. Nisso eu lembrei de uma situação em que o mesmo lugar por onde eu passei e não tinha ninguém hoje, estava tão cheio que não dava pra ver nem as janelas dos prédios. Último dia de pós Carnaval, no outro dia já era Março, Monobloco na rua levando mais de 400 mil pessoas. O dia de manhã estava frio, com a maior cara de chuva, chegando no centro o sol estava de rachar, e permaneceu assim até o final. Eu sem comer, dormir, nem sequer beber água. Por fim eu já não sentia nada, mas não queria arredar o pé dali. Sem violência, sem brigas, sem mortes. O dia perfeito! Ou seja faça Sol ou faça chuva, o carioca sai de casa na esperança de que dê tudo certo.

O Rio de Janeiro continua lindooo...

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A sua história

Ela tinha apenas 13 anos quando conheceu o primeiro namorado, cerca de três meses depois ela conhece aquele que seria seu segundo namorado, namoro que rolaria mais uns 4 anos.
Controlador, manipulador e obcecado, tudo que uma menina de 13 anos não precisa. Foram 4 anos de amizades perdidas, de crises, de términos e voltas, de brigas e discussões sérias, e o mais grave, a agressão moral. Terminados os 4 anos, ela volta a se envolver com um outro tipo. dessa vez ela é a vilã. Manipuladora, controladora, só faltou o obcecada. Passa a ter discussões por todos os tipos de coisas absurdas. Por serem de criações diferentes, e por terem um passado comprometedor a perseguição passa a ser mútua, com isso se encaixam mais um ano naqueles 4. Ela nunca soube o que é curtir a vida...

Filinha do papai, esperança da família, nunca deixou transparecer o que realmente pensava, nunca pensou com a própria cabeça. Trocava de namorado sempre que podia. Tinha muitos e não queria nenhum. Não tem vida própria, tudo que faz é cronometrado por alguém. Nunca extrapolou os seus limites. Nuca se desgarrou das saias da mãe. Gosta de ter atenção de todos. Está acostumada a ter sempre alguém para lhe dizer o que fazer. Conhece ele, um garoto bobo, filhinho de mamãe assim como ela, do pai. Não sabe lavar nem suas cuecas sem ajuda. Trabalhar não é com ele. Vive de cursinho em cursinho. Futuro? Não sabe nem o que é isso. Gosta de ter o comando da situação. Manda nela sempre que precisa. A trata mal só para testar até onde vai sua lábia. Já estão há 3 anos juntos. Pensa por ela assim como toda a família. Ela não faz nada sem ele. É capaz de se virar contra tudo se for por ele. Amor próprio? Nenhum. Ela nunca soube o que é curtir a vida...

Ela teve o primeiro filho aos 15, aos 22 já são 4, todos de um mesmo pai. Desde de mais nova sempre saiu para todos os lugares. Dançarina de grupo de axé, sempre arrasou em cima dos palcos, lugar onde conheceu ele. Ele, um maltrapilho qualquer, vive de rolo em rolo, 171 nato. Vagabundo vive as custas dela, não liga para os filhos. Some todos os sábados e só aparece bêbado no dia seguinte. A chama de todos os nomes de animais conhecidos, pra ela ele é mais importante que os filhos. Amo próprio? Nenhum. Vê sua vida desmoronar cada dia mais e não dá a mínima portanto que ele esteja perto. O tempo destruiu seus sonhos. Ela nunca soube o que é curtir a vida...

Ela nunca se soltou. A mãe sempre comandou seus passos. Tudo na vida que lhe aconteceu sempre teve uma repercussão maior do que realmente era. Nascida em família estabilizada financeiramente e emocionalmente. Teve a atenção de todos sempre. Nunca saiu da casca. Nem quer sair. Gosta da atenção que lhe dão. Mesmo que isso implique na evolução da sua vida sedentária social. Nunca aceita os conselhos alheios, faz apenas o que lhe dar vontade e na maioria das vezes não faz nada do que quer só para não ter que se arriscar. Tem medo até da própria sombra. Quando o conhece, passa a viver pra ele e por ele. Quando ele a larga, ela não sabe mais o que fazer. Se revolta. Apesar de querer retomar o relacionamento, não aceita os pedidos de reconciliação. Corta os cabelos e os tinge de preto. Nunca amou alguém de verdade e sabe disso. Passa a viver de passado. Se apega a qualquer um que seja bobo o suficiente para ela abandonar uma semana depois. Continua vivendo com medo. Ela nunca soube o que é curtir a vida...

Ela nunca se apegou a ninguém demais, a não ser ela mesma. Tem vida própria. Troca de namorado como troca de roupa. Não gosta de ser sozinha, mas prefere essa condição. Ninguém sabe o que ela tem dentro. Filha exemplar nos estudos. Ovelha negra no resto. Uma vez se deixou apaixonar, mas sofreu mais do que foi feliz. Prefere continuar sozinha. Amor próprio? Em excesso. Decide não arrumar mais ninguém. Vive em guerra com o mundo. Não aceita opinião alheia. Independente desde que era criança. Sai pra onde quer ir, desde que antes tenha a bênção da mãe. A mãe para ela? Tudo! Nunca amou, não sabe se já foi amada. Não se deu tempo suficiente para saber. Curte a vida adoidado! Mesmo rindo, chora. Se sente sempre incompleta. Acha abrigo na religião. Mesmo assim o vazio ainda permanece. Sem saber a razão, apenas uma pessoa a deixa feliz o suficiente para esquecer os seus problemas. Ela soube o que era curtir a vida, mas nunca achou que era mais feliz que as outras...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

11ª postagem ( O carma 4)

E para por um fim na "Trilogia dos carmas" ( na verdade seria quatrologia), eu apresento para vocês caros leitores, "O carma 4". Conheço esse sujeito no final da última tentativa de namoro com "o carma 3". Uma figura, cheio de manias, todo o contrário, bonito, com um par de pernas de dar inveja a qualquer jogador de futebol, só de lembrar já sinto falta dele. Tinha tudo para ser o homem perfeito, bonito, gentil, inteligente, carinhoso, atencioso, mas, como nada é perfeito, louco de pedra! Eu o conhecia 3 meses após o término do namoro dele com outra louca, que durou uns 3 anos. Quando começamos a sair ele só falava disso, do quanto ela o perseguia, de como foi difícil passar 3 anos com ela, de como a mãe dele apoiava ela, enfim tudo se resumia a ela. Lembro da primeira vez que ficamos juntos em um dia comum, na verdade não era dia era noite, no meio da noite ela ligou deu um show via telefone, logo em seguida a mãe dele ligou também dando um show, a história se arrastou durante alguns minutos, até ele mandar ela aparecer na casa dele no dia seguinte. Bom que ela fosse no dia seguinte, aquele dia ali era meu, ? Não! Logo após desligar ele deu uma crise, levantou e falou que tinha que resolver aquilo logo senão ele ia pirar. Moral da história, fui abandonada ao relento em um sábado à noite. Valeu gostoso!!! Fui para rua, me meti em uma festa de uma amiga minha, depois seguimos para uma festa de rua ( essa é outra pior que a primeira). Me acabei de dançar. Depois de um tempo o celular começou a tocar, era o indivíduo, falando que tinha passado na minha casa e eu não estava, e que queria falar comigo mas tudo bem. Deu uma verdadeira crise pelo telefone. quando cheguei em casa ele ligou, todo cheio de histórias e de siricuticos.

Cerca de uma ou duas semanas depois, em um quente domingo em que minha alergia se encontrava atacada, ele resolve, depois de muitas crises, me dar um pé na bunda por telefone. Triste dia aquele domingo, fiquei tão mal, mas tudo passa. Nunca passa, depois disso ele passou a me perseguir diariamente, para falar da vida dele, da sua rotina, de como seu trabalho era estressante e de como sua mãe fazia pizzas todas as quintas. Pela Internet ele gostava de conversar sobre como eu estava diferente, de perguntar se eu ainda sentia algo por ele, perguntar se eu estava com alguém, e dizer o quanto gostava de mim mas não podia ficar comigo(mas hein?).

Isso rolou por meses, até que meu aparente descontrole hormonal começou a interferir também no meu humor. Durante uma dessas conversas casuais, depois de uma indireta direta, eu surto e abro a torneirinha de franqueza. Foi assim por semanas, era falar algo e tomar uma cachoeira de verdades. Por fim, depois de saber que eu tinha ido comer algo com "o carma 3", e ser zoado até a morte pelos seus companheiros, ele tomou uma atitude e conversamos finalmente sobre aquilo tudo, voltando a ficar comigo dois dias depois da conversa. os problemas de antes pareciam amenizados, até mesmo porque quando ele tentava dar crise, eu já abria a torneira e tudo era contido. Mas um problema persistia, ela! Apelidada carinhosamente de Heloísa (personagem passional de Manoel Carlos), ela continuava sendo o motivo dos meus problemas, o porque até hoje não sei. Aceito o pedido dele de namoro e começa a série de apresentações familiares, deixando o patriarca sempre por último. Sorte minha!! Depois de uma discussão, onde novamente se instalou a minha torneirinha de verdades, ele some e nunca mais aparece. as vésperas de uma prova mais que importante, que eu não passei. Volto a encontrar com ele, mas de um mês depois de tudo, ele se desculpa faz toda uma cena que não me comove e sem dó nem piedade eu passo a ignorá-lo como se nunca o tivesse conhecido. Só para ressaltar, ele tem 22 anos, ou seja não é culpa da idade, pelo menos não da física e sim da mental.

É esse o fim, as próximas postagens serão um pouco diferentes, deixarão de ser histórias minhas e passarão a ser histórias suas. Como? Leia e saberás! Bom dia!!

10ª Postagem ( O carma 3 )

O terceiro carma é de todos, o melhor. Não por ser mais chato, e sim por ter quase nenhuma aparência de carma. Mas aí você meu caro leitor, deve estar se perguntando porque ele seria um carma, a resposta é mais que simples, por aparecer sempre que não deve.

Lembra que eu citei na postagem que depois do "carma" eu resolvi me aproximar ainda mais da Igreja. Pois bem, meses após, depois do "carma 2", eu conheço em um desses eventos de Igreja "o carma 3". Ele chamava a atenção pela alegria que exalava, o jeito de ser, o apoio que oferecia, dentre outras coisas mais. Começamos a sair e ficamos juntos por quase um mês, mas a história foi findada devido ao retorno do "carma 2". Até aí tudo bem, eu parei para não enganar ninguém, na verdade de todos os defeitos que possuo, eu sempre joguei limpo, evito mentir, pelo menos para ele. Pouco tempo depois, durante outra separação com "o carma 2", eu volto com ele(3) e começamos a "namorar", relacionamento que tem fim 3 semanas depois, devido novamente ao retorno do segundo carma. Porém, mesmo sem ter nada sério, e sabendo da existência do "carma 2" nós continuamos juntos. Ficamos por mais algum tempo até eu decidir terminar com tudo e todos e voltar com "o carma" . Coisa que durou pouco tempo, pois como sempre ele sumiu logo após voltarmos a sair, dias depois eu já estava com " o carma 3". Em relação ao "carma 2" nessa época eu nem sabia se estava ou não com ele. Lembra leitor que eu citei que eu não tinha mais a certeza do que tínhamos, que quase não nos víamos, bom quem não dá assistência, perde para concorrência, ainda mais "carma 3" que sempre estava presente quando eu precisava.

Lembra que eu citei o fato da festa onde eu tive algumas visões desagradáveis, onde vocês acham que eu encontrei apoio? Claro que no "carma 3". Mas no fim do ano, eu decidi fazer uma reforma na história toda, e me livrei dos carmas para poder ter espaço para me redescobrir. Logo depois eu volto com "o carma", e até que estava bem, não era nada sério e era nisso que eu me garantia. Mas ao me ver durante uma micareta acompanhada com "o carma", ele resolve me ligar e procurar saber como eu estava. Passamos a conversar muito, na verdade sempre, mas depois de tanta insistência começamos a namorar novamente e novamente acabou. Desta vez não foi por causa de uma terceira pessoa, e sim pela falta de sentimentos da minha parte. Eu o via como um amigo, sempre vi, e acabava sendo mais fácil me apoiar nele todas as vezes que acontecia algo de ruim, é para isso que os amigos servem. Após 3 semanas, nos separamos de novo, e dessa vez ele jurou que seria a última vez (KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK). Logo após eu conheço " o carma 4" tão bonito, tão fofinho, tão carinhoso, tão paranóico,tão doente, tão maluco, enfim com N predicados. A história só duraria por alguns meses, até que, novamente, outra vez, de novo, "carma 3"!!! Bom, dessa vez a coisa ficou diferente, na verdade estranha, é como se existisse mesmo, pela primeira vez algo aqui dentro referente à ele, vamos ver no que dar querido leitor, essa história ainda não acabou, talvez porque dessa vez ele soube aparecer no momento "certo"...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

9ª postagem ( O carma 2)

Continuando a saga dos "carmas", eu passo para " o carma 2". Em um dos momentos de sumiço do"carma", conheço alguém que consegue suprir todas as qualidades que o outro não tinha. Muito vulnerável, acabo caindo de cabeça, e esquecendo de observar os defeitos que eram muitos. Na verdade, os mesmos problemas de fábrica de todos os homens, mas com alguns acessórios a mais. Acredito até que posso listá-los:

Nº 1 - Timidez: Muito fofa de início, mas depois de um mês esperando uma iniciativa acabou virando uma coisa chata.
Nº 2 - Ocultação: Ninguém podia nos ver juntos, poucas eram as pessoas que sabiam, o acabava por deixar a passagem livre para as investidas de outras garotas.
Nº 3 - Ciúme: exagerado na maioria das vezes, o que fazia com que gastássemos quase todo o nosso tempo juntos brigando.
Nº 4 - Excesso de amigas não amigas: Era um grupo de mais ou menos 6 garotas, que viviam agarradas no pescoço dele alternando os dias. Um dia ao comentar sobre o assunto e reclamar sobre alguns atos de suas amigas, ele respondeu que não tinha amigas. O que elas eram afinal?
Nº 5 - Síndrome de Lady Kate: "Tudo é meu, a mulé é minha, fui eu que arrumei, eu sou dono, sai de perto".
Nº 6 - Mentira: "_Eu vi você com aquela menina!" "_ Quem eu? Nunca!" _ Mas eu vi!!" "_Então está na hora de comprar um óculos você não acha?"
Nº 7 - Metrossexual: Toda a vez que cortava o cabelo, fazia as sobrancelhas (com pinça e cera).

Dentre outros mais que eu não consigo me recordar agora, mas já deu pra saber mais ou menos como ele era. Na realidade, ele só aumentava os defeitos dos outros, mas quando parei para perceber isso, já era tarde demais.

Passamos quase uns dois meses juntos, em guerra eterna. O ciúme exagerado de ambas as partes, e o meu feminismo, fazia com que não tivéssemos um minuto de paz. Por fim, cansada de gritar e não ser ouvida, acabo com aquela situação e me apego mais à vida religiosa. Nesse tempo de ter a vida voltada um pouco mais para religião, eu conheço "o carma 3"( se você se reconheceu desculpa) na verdade o carma menos carma que já conheci, mas essa história é para depois. Voltando ao assunto, fico com "o carma 3" por mais ou menos um mês mas "o carma 2" resolve voltar, e declarar todo o seu sentimento, motivo pelo qual deixei de estar a primeira com "o carma 3" ( primeira de muitas ?). Então nós voltamos, pior que antes, eu já percebia que aquela relação não ia para frente, então tentei diminuir meu estresse e fazer o possível para manter um relacionamento pelo menos um pouco divertido. Não consegui. O que eu sentia quando estava com ele não era lá essas coisas, mas só de imaginar ele com outra, eu pirava!! Na verdade uma vez, na época em que estávamos separados, eu vi uma situação dele com uma outra menina e durante toda aquela semana ele passou a exibi-la por todos os lugares. Pois bem então, se era assim. Passei a fazer tudo que ele condenava, permanecia no recinto junto ao grupo que ele chamava de "pessoas nada a ver", na verdade virei amiga deles, e sou até hoje. Formei novas amizades, e passava todos os dias pela manhã com um sorriso estampado no rosto, saltitante, dando bom dia, só para mostrar minha felicidade.

Mas após o retorno dele, aquele relacionamento só desandou mais. Na verdade quase não o via, as brigas aumentavam, passávamos mais que duas semanas sem nos falar às vezes. Nem eu sabia se ainda estava com ele, nem ele sabia se ainda estava comigo. Mas só de imaginar ele com outra o sangue subia. Novamente nesses períodos de brigas e "tá mais não tá", eu arrumava espaço e descobria segurança, junto ao "carma 3" ( a pessoa com quem eu me sinto mais segura até hoje).

Depois da tempestade, vinha a festa!! Depois de tanta briga, nós só nos falávamos aos sábados e pela Internet, e na maioria das vezes era para brigar mais. Acontece, que ao mesmo tempo que estávamos naquela fase ruim, estava para ocorrer uma festa, para jogar os "burros" para o alto. Claro que fui , e não satisfeita só em ir, eu consegui arrastar junto comigo amigas minhas que não frequentavam essas festas. Chegando lá, ele já estava presente, e para ter certeza que ninguém ia investir em mim, ele deixa o defeito Nº2 de lado, e mostra a sua Lady Kate interior, dando-me um beijo daqueles que a muito tempo ele já não dava, só pra marcar "é minha". Até aí tudo bem, tive a certeza de que ainda estávamos juntos, já que antes estava em dúvida. Porém, como todas as vezes que nos encontrávamos era a briga na certa, ali não podia ser diferente. Foi uma troca de farpas, até ele levantar a bandeira branca me dando espaço para expor meus sentimentos em relação àquela história toda. Aparentemente estyava tudo fluindo bem até fiquei um pouco mais leve, levantei um pouco para dançar enquanto ele ia em algum lugar falar com alguém. Reparando na sua demora, ficando um pouco paranóica e percebendo a falta de alguma amigas, resolvi ir até o lado de fora da festa. Ao chegar lá encontro aquele grupo de garotas embasbacadas. Sem saber bulhufas do que estava acontecendo olhei para aonde apontaram. Sim meu caro leitor que acompanha, ele estava agarrando uma baranga, o motivo? Não sei, às vezes é porque ele goste de mulheres feias. Ok, falou eu não era tão bonita mas a maquiagem ajudava(kkkk), mas se ela fosse bonita, ou pelo menos simpática ( ou até mesmo gostosa ) mas não, era aquele tipo de pessoa que come ovo, arrota caviar, e fica com cara de bunda! Já sabemos que a única coisa que eu não suportava era saber da existência de uma segunda pessoa, logo a minha primeira reação foi sair na mão com ele ( forte não? ), mas me seguraram, então a minha segunda reação qual foi? Pagar na mesma moeda! Isso mesmo minha leitora sem coragem, que sempre quis dar a resposta que ele merecia quando ele te traiu com uma desconhecida ou conhecida qualquer, eu o fiz! Após ele ter voltado pra dentro da festa, me sai um rapaz, que particularmente não era nada mal, me pára e decidi me consolar. Peguei! Depois disso, fomos todos à pista de dança, descontrair e abstrair, curtir o momento. A paz não reinou por muito tempo, e ao olhar para uma aglomeração de algumas pessoas, vejo que uma delas era a minha amiga "pugilista" discutindo com "o carma 2", quase batendo nele. Fui interferir é claro, e depois de negar umas 180000000000 (...) vezes, ele resolveu confessar seu crime. Diante da forçada sinceridade dele, conto o que fiz em resposta, já que muita gente tinha visto e ele ia saber de qualquer jeito. Barraco armado! Discutimos até não dar mais, mas até aí tudo bem, só eu e ele sabíamos. Quando ele ficou sabendo que outras pessoas também sabiam, aí que a coisa ficou preta. Aí vai um conselho leitora, a traição não afeta o homem se ninguém além dele e do traidor saiba, mas a partir do momento em que todo mundo sabe, principalmente seus amigos, aí sim ele sente. O homem se importar mais com a fama de ser enfeitado, do que com ser enfeitado. Depois de tantas brigas, acabamos nos "acertando" e ele pediu desculpas, falou que precisava de mim e até me acompanhou à minha casa.

Após esse acontecimento, era óbvio que isso não ia mesmo para frente. Demos um tempo de mais ou menos um mês, e daí eu abri mão de tudo aquilo e decidi viver. Poucas semanas depois, ele já estava com uma outra garota. Não me incomodava tanto como antes, na verdade eu queria era curtir a vida e deixar aquilo tudo para trás. Encontrei muito apoio no "carma 3", mas por fim resolvi ficar mesmo sozinha. Nessa época acabei me apegando e me apoiando muito mais nas minha antigas amizades além de descobrir novas pessoas dispostas a me ouvir e em me ajudar no que precisasse, não citarei nomes mas são pessoas especiais na minha vida, e elas ( eles também) sabem o que eu sinto e se não sabem, eu amo muito muito vocês! Voltando a história, pouco tempo depois ele estava namorando com a mesma menina que ele ficou logo após a tragédia. Depois do ocorrido, mesmo namorando, ele começou a se declarar, e falar que tinha perdido a mulher ( mas eu sou menina!) da vida dele. Nos últimos tempos, até ajudar ele a voltar com a namorada eu já ajudei. Mesmo com tudo eu o considero muito, e desejo à ele toda a felicidade do mundo. Ele parece estar gostando mesmo dessa menina, tomara que não faça com ela o que fez comigo(???). Quanto a mim? Vou bem, e só aprendo cada dia mais com as minhas confusões. Mas calma aí gente, ainda têm mais algumas histórias para contar. Boa noite!!

To be continued...

domingo, 30 de agosto de 2009

8ª postagem ( O carma)

Carma: conjunto de ações dos homens e suas consequências(dicionário de língua portuguesa Aurélio, 2ª edição-2008). Essa é a definição de carma da Academia Brasileira de Letras, a minha é um pouco diferente; carma: Ser humano do sexo masculino, deambula sem auxílio, enxerga muito bem, respira em ar ambiente e tem nome, identidade, CPF, telefone,etc.

Dois meses depois do término do meu namoro, eu conheço "o carma". A história toda começou com o Orkut, passou para o msn, até evoluir pra um encontro pessoal em uma festa de rua aqui no meu fim de mundo(pra você que mora no mesmo lugar que eu, sim é essa festa abominável). Ele era uma pessoa engraçada, divertida, animada, simpática, baixinho, mas eu também não sou alta (nem um pouco!!). Ficamos no primeiro dia, e em todos os outros dias possíveis da semana. Assim foi por uns 3 meses. No primeiro mês num era nada, no segundo já era alguma coisa, no terceiro eu já estava definhando. Acostumada a ter sempre alguém do meu lado a qualquer hora, eu queria ficar com ele sério. Depois dos longínquos 3 meses, ele resolve me pedir em namoro, foi tão bonito, tão fofo e tão rápido!!!! É meu caro leitor, anota aí e manda para o Guinness: foram exatamente, 23 horas, 30 minutos e 5 segundos de namoro, isso mesmo, eu nunca bati esse recorde. Vou explicar, na noite seguinte ao pedido nós saímos para comer algo, comemos, fomos até a esquina da rua que dá até a casa dele, e ele falou que não queria namorar pois ele precisava curtir a vida mas gostava muito de mim queria continuar comigo como a "peguete". Pra você, bom leitor, que leu minha descrição lá na primeira postagem, sabe que meu pavio é proporcional ao meu tamanho, ou seja, curto! Falei muitooooo!! Esculachei, desci no chinelo, não queria ver nem pintado de ouro. Triste ...

Depois desse acontecimento, eu comecei a entrar em um estado de saúde um tanto quanto estranho. Perdi muitos quilos, fiquei anêmica, cabelo caía, cílios caíam, sobrancelhas caíam, era uma alopécia geral. Por fim cansada de sofrer, decido ir atrás e ver se ainda existia alguma esperança no fim do túnel (seria luz?). Na verdade, não existia nenhuma, ele ainda pensava a mesma coisa, fazer o que , ruim com ele, pior sem ele. Em uma despedia um tanto quanto marcante, aproveitando o clima, o beijei. Estávamos juntos de novo. Íamos a quase todos os lugares juntos e as pessoas já pensavam que éramos namorados.Passou-se um tempo e eu cansei daquela situação de ter o que não se tem. Não telefonei mais, recusava todos os convites dele para sair, e ele acabou sumindo.

Nesse meio tempo eu conheço " o carma 2". Esse sim era alto.Foi sentimento mais intenso que já senti por alguém,hoje para você que é mulher e me entende, não existe mais nada mas se passar perto, perna bambeia, barriga dá borboletas e o caramba porém já é passado e essa história é da próxima postagem. Continuando com "o carma", nos intervalos de separação com "o carma 2" e quando eu não estava com "o carma 3", ele reaparecia. Chegava a ser chato, já não era mais a mesma coisa. Resolvi parar com os carmas. Até que um pouco antes do natal do último ano, após o término de um turbulento e estranho namoro (dele), ele reaparece, cheio de histórias e lero-lero. Como eu não estava com ninguém mesmo, ficamos novamente juntos. Mas os meses foram passando, e eu via que aquilo não era pra mim, história vai e vem, e além disso, " o carma 3" estava insistindo na reconciliação. Voltei com " carma 3", e ele foi para escanteio. Por pouco tempo pois, eu e "o carma 3, não duraríamos tanto e eu conheceria "o carma 4". Depois do "carma 4" que também não durou muito, nós nos reencontramos mais uma vez, mas eu já não tinha nem sequer vontade de seguir com aquilo. Sumi, passei novamente a recusar todos os convites vindos dele, mas diferente das outras vezes ele continuava insistindo, semana sim, semana não. Depois de recusar alguns convites, e aceitar outros, eu reato com "o carma 4", na verdade foram cerca de 3 meses sem dores de cabeça que não fossem provenientes do "carma 4". Comecei a namorar " o carma 4" com a família sabendo(a minha e a dele). Não durou muito novamente,"carma 4" é uma pessoa muito volúvel, instável, louco, esquizofrênico, Tarso da novela das 8 que começa as nove, e eu acabei voltando às origens com "o carma". Mas, depois do meu término com "o carma 4", eu entrei em uma fase extremamente franca (estou nela), onde eu tenho que me segurar para não falar o que eu realmente penso. Bom, eu não consegui me conter com "o carma", e acabei soltando algumas coisas que eu podia ter guardado. É meu caro leitor, a probabilidade dele reaparecer depois de tudo que falei é quase nula, o que é na verdade uma boa notícia, já que agora não preciso mais me estressar com telefonemas repentinosos no meio da madrugada de um bêbado que disca o número errado(UhuLlL!!). Foram no total, 1 ano e nove meses de pentelhação, mas enfim findou-se. Até a próxima!!

sábado, 29 de agosto de 2009

7ª postagem

Onde foi que parei mesmo? Ok, estava tudo terminado. Pra você, garota, mulher, pessoa do sexo feminino em geral, que sabe que todas nós temos um sério problema de falar e não cumprir, já sabe qual foi o final da história. Isso mesmo meu caro leitor que nesse momento está me chamando de corna, é alguns outros animais de chifres, eu voltei na minha decisão em menos de uma semana o porquê, nem eu sei. Voltamos e aproveitamos o final de semana de reconciliação, coisa que não ia durar muito tempo devido ao meu pavio um tanto quanto curto e, a minha incapacidade de esquecer o que passou. Passamos mais alguns meses juntos, sem nenhum aparente problema, mas as fofocas ainda persistiam. Na verdade brigávamos bastante por motivos banais mas de resto tudo ia bem até que acontece uma outra micareta...



Junho de 2007

Dessa vez era uma super micareta, Banda Eva no meu fim de mundo, eu precisa participar disso. Então, um mês antes desse acontecimento, eu comecei a pentelhar o saco do meu futuro conjugue. Eu queria ir, ter abadá, encostar no Saulo e ficar junto com as minha amigas. Uma semana antes do show eu ainda não tinha o abadá, muito menos o ingresso. Ou seja, eu estava sendo enrolada. Um dia antes do show eu não consegui nem falar com ele, nem me atendeu, nem apareceu, enfim eu ainda não tinha o ingresso. No tão esperado dia do show eu resolvi ligar pra ele às 8 da manhã, de acordo com o falecido, o dinheiro estava com a sua avó e que ela iria comprar o ingresso e entregar quando chegasse e quando isso acontecesse, ele me ligaria. Até as 18 horas ele ainda não tinha ligado. Ao ver minha vontade de ir, meu pai se compadeceu de mim e pagou meu ingresso. Liguei pra ele e novamente xinguei até a sua nona geração e mais algumas outras que ainda estavam pra vir. Novamente tudo terminado. Fui ao show, me divertir, gritei, pulei, não encostei no Saulo mas valeu a pena. Porém meu caro leitor, novamente eu retornei aos braços do falecido menos de uma semana depois.


Passamos por grandes turbulências, muitas fofocas que desta vez eu acreditava, e depois de 3 meses terminei. ele não aceitou muito, e acabamos ficando junto mesmo não sendo mais namorados. Depois de alguns acontecimentos chatos, me distanciei de vez dele, e 2 meses depois eu conheço meu carma. Mas essa história eu deixo para a próxima postagem, pois é longaaa.
Boa tarde!!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

6ª postagem

Ano de 2006, ano de grandes mudanças. primeiro ano do ensino médio, novas amizades, um novo namorado(desta vez oficial).

Maio de 2006
Conheço o meu primeiro namorado oficial, com papai e mamãe sabendo. Eu tinha de 14 pra 15 anos e ele 20. Na verdade não sei ao certo o que vi nele. A beleza física não era o forte, intelecto muito menos, mas ele era legal. Depois de cerca de um mês sem nada sério, e se escondendo pelos cantos, começamos a namorar. De início foi muito difícil, pai não aceitava que sua filhinha crescesse, e como não sou de ouvir muito, era confusão na certa. As coisas vieram a melhorar já com uns 5 meses de namoro. E por volta dessa época os problemas começaram a aparecer.
Por ter 15 anos apenas, meus pais não me deixavam sair à noite só com o meu namorado e eu também nunca fiz muita questão. na verdade sair com namorado é um saco. Se ainda for um namorado que dance junto e brinque junto ainda vai mas, como a grande maioria não é assim, acaba sendo melhor ficar em casa que sair. Mas nessa época eu não saía porque não podia e porque não curtia. Sabendo de todos esses empecilhos, fizemos um acordo que tanto eu quanto eles podíamos sair separados, desde de que avisássemos aonde iríamos. Bom sei hoje que isso não dá certo, mas continuo apostando na liberdade das pessoas, independentemente do seu relacionamento. Mas prosseguindo com o assunto, de início ele aceitou, mas o tempo passou e as discordâncias começaram a aparecer. Quando eu podia, eu saía durante o dia, e ele durante a noite. Daí meus pais começaram a me liberar pra sair pra alguns lugares durante a noite, em alguns shows, lugares onde ele já ia, mas comigo ele nunca podia ir. Inventava desculpas bem convincentes do tipo, estou sem dinheiro, manhã tenho que ajudar minha avó, dentre outras.
Então do nada ele resolveu parar de sair, até mesmo sozinho, e eu acabei parando também, já que ele tinha parado por mim. Menina boba essa, na verdade nessa época eu comecei a ouvir as primeira fofoquinhas, vi seu namorado em num aonde, no baile, na sinuca, etc. Foi ficando chato,todas aquelas pessoas falando e eu sempre perguntando, na verdade depois de um tempo eu já não acreditava em uma palavra que ele dizia, mas as coisas pioraram.
Janeiro de 2007
Férias, festas, micaretas, zoação! Ia acontecer uma micareta pequena aqui no meu bairro, todas as minha amigas vinham, eu queria ir também. Ele estava dando entrada em um carro, e disse que não teria dinheiro pra ir junto comigo. Apesar de ter o dinheiro do ingresso e o dinheiro para ir, eu decidi não ir, afinal de contas era uma micareta, não ficava bem eu ir sozinha. Pra você meu caro leitor, que nunca foi à uma micareta na sua vida, saiba que é o último lugar em que você vai gostar de ficar sabendo que seu namorado ou sua namorada foi sozinha a um lugar desses, não mesmo. Continuando a história, no final de semana da micareta eu só vi meu namorado na sexta - feira e mesmo assim por uns 30 minutos. Ele estava resolvendo uns assuntos do carro ( foi o que ele disse), chegou na minha casa já tarde, e ainda disse que estava cansado ( valeuuu!!). No sábado a história já foi outra, ele tinha que ir ajudar um amigo com um carro e não pôde aparecer. Já no domingo da micareta ele estava com febre, muito mal, talvez não pudesse aparecer. Tudo bem , doente, a gente até releva, mas depois de alguns dias sem ver meu namorado acabei constatando que nesse angu tinha muita mais que só caroços.
No mesmo dia, um pouco mais tarde, ele me liga dizendo que tinha ganhando dois ingressos para a micareta e que já tinha melhorado e perguntou se eu queria ir. Na verdade, ele apenas tentava me comprar com o ingresso, já que o meu humor não estava muito bom. Bem, eu recusei a oferta e aproveitando a repentina melhora da criatura, exigi a presença dele na minha casa no mesmo horário de todos os domingos. Você foi? Nem ele. Depois de algumas horas de atraso eu comecei a ter a certeza que ele se encontrava na tal micareta. Isso mesmo meu caro leitor, aquele mesmo tipo de festa que você não queria que a sua namorada ou seu namorado fosse, é meu caro leitor, é a vida. Tá bom, mas isso ainda era uma suposição. A confirmação veio no dia seguinte, depois de contactar algumas amigas que foram e me certificar da minha suspeita. Passou o dia e ele não ligou então eu resolvi fazer com que acontecesse. Liguei pra ele, xinguei até a sua nona geração. Falei algumas verdades, e disse que estava tudo terminado...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

5ª postagem

...Prossigo da última história. Como promessa a mim mesma, eu jurei não beijar na boca por pelo menos seis meses. E foi o que eu fiz!!

Fevereiro de 2006
Carnaval! Festa, danças, zirigdunsss... Como não ficar com ninguém no Carnaval (do mesmo jeito de sempre...), é uma época propícia para isso. Fui, linda, bela e plumosa (hã?) pra curtir o último dia do festival da carne, com companhia diferente.
Uma amiga minha de colégio decidi passar o Carnaval aqui ("te amo mais hoje do que já amei um dia"), e de acompanhamento trazia o primo "filé". pra mim naquela época ele era muito bom(hoje só é bom, sem o muito). Depois de algumas voltas acabei ficando com ele, beijava tão bem! Acho que continuamos a ficar todos os outros dias de pós Carnaval seguidos (dois). Depois disso, segui a vida. Esbarrava com ele pelas ruas mas, nada demais.
Poucos meses depois, devido a nos comunicarmos bastante via Internet, desenvolvi uma outra "paixonite"(PQP), é meu caro leitor isso é um mal de mulher, gostar sem nem saber direito quem é o indivíduo. E passamos a nos ver sempre, mas nunca acontecia nada.
Até que surgiu uma festa, e ele finalmente tomou a atitude de me beijar, foi uma noite tão bonitinha que só serviu pra reacender a "paixonite" aguda da qual eu estava sofrendo. Mas daí pra frente nós nos encontrávamos praticamente todos os dias, mas não rolava nadaaaaa(tive que dá ênfase). Então eu conheço uma outra pessoa, legal, maneiro, boa gente e apesar da paixonite desenvolvida pelo outro eu começo a namorar com esse, oficialmente falando, meu primeiro namorado( que lindo!!). Estava com tudo e estava prosa sim! Até o babaca começar a namorar também e acabar com minha festa. Mas tudo bem, tudo bem. Depois de uns 5 meses ou mais ele terminou com a garota, eu continuei com meu namorado até uns dois anos atrás, e hoje em dia rola um boato de que ele tem uma fêmea macho (?). Ah e lembra a minha amiga, a prima dele? Apesar de alguns obstáculos e histórias, somos amigas até hoje, a última pessoa com quem tenho contato antes de dormir, que ultimamente eu ouço mais do que a minha própria voz. Amiga te amo!!!
To be continued...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

4ª postagem

Maio de 2005
Em uma das minhas fases mais revoltada devido a alguns problemas de família, eu me meto com um menino do tipo " mamãe não gosta". No início era legal até, ele era divertido, a gente se via bastante, mas depois foi enchendo o saco, perdendo a graça. Até que minha mãe descobriu que eu estava com ele e mandou eu acabar com aquilo, senão ela contava para meu pai.
Eu terminei até mesmo porque nem eu queria manter aquilo. Sendo que nem tudo é fácil. O menino começou a me perseguir. Aonde eu ia, lá ele estava. Sendo que nessa mesma época eu tinha umas amigas (amigas é o casseteee!!), para as quais eu contava tudo, e fui percebendo que algumas coisas que só a gente sabia ele começou a saber, e não era eu que contava. Mas mesmo achando tudo aquilo muito estranho, eu continuei a contar tudo a elas.
Até que em mais um dia de perseguição, ele me perguntou algumas coisas que eu não soube responder. Disfarcei e fui embora. Durante uma festa, eu percebi que algo não corria bem. As meninas quase não falavam comigo e quando falavam era pra perguntar alguma coisa sobre ele. Mas mesmo assim continuei falando (burraaa...). Cheguei em casa, deitei e dormi.
Enquanto eu dormia, muitas coisas aconteceram. Cansado de me perseguir e não conseguir arrancar nada de mim, o retardado decidiu falar diretamente com meu pai e perguntar o que o patriarca tinha contra ele. Disso já acrescentou milhares de coisas que não existiam, enfim me queimou. Meu pai no dia seguinte estava uma fera. Afinal de contas o cara não prestava, e a filinha dele de 14 aninhos metido com um tipinho daquele. Confusão na certa!!
Enfim, fiquei sem falar com meu pai cerca de um mês, sem ficar com ninguém por 6 meses, sem falar com o indivíduo até hoje, e ainda larguei as amigas. Ainda na história toda, ao me ver mal, uma delas teve a coragem de rir da minha tragédia e a ideia de ele ir falar com meu pai foi delas. Hoje não falo nem com ele e nem com elas. Mas é só mais uma história que serviu pra acrescentar alguma lição na minha vida. Boa noite!!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

3ª postagem ( Efeito Cinderela)

Como comentei na última postagem, eu fui conhecer novas pessoas. Como a minha aparência não era muito atrativa, não fui muito feliz na minha busca. Eu conheci sim novas pessoas, mas nada demais durante aquele ano. Na verdade até o final daquele ano...

Outubro de 2004
Conheci um garoto muito simpático, de boa aparência e um ano mais velho que eu. A gente conversou um pouco e vim a descobrir que ele já tinha pedido pra sair comigo outras vezes, eu recusei todas. Mas enfim, saímos. Foi tão lindo, chovia um pouco, ele foi comigo até bem perto da minha casa de mãos dadas, foi "paixonite" na certa (mal sabia eu que todos os homens fazem isso...)!!
Depois dessa noite, não o vi mais por um tempo. Então passei a tentar fazer as coisas acontecerem. Todos os dias em que eu saía cedo, eu o esperava sentada com umas amigas no banco da praça, só pra vê-lo passando. Ele passava, eu dava um jeito de chamar atenção, e depois ia embora. Sempre tive a esperança que algo pudesse acontecer, mas nada aconteceu. Eu passava por ele e ria, e ele fingia que não me conhecia. O tempo passou eu cansei de chamar atenção (até foto eu tirava no banco da praça!!). Fui arrumar outra coisa pra me ocupar, com ele já nem falava mais. O tempo passou e eu absorvi a história (mas ficou um gostinho de quero mais...).
Março de 2006
1 ano e meio depois do ocorrido, bem melhor do que eu era antes, eu o reencontro em uma festa. No mesmo local onde o conheci. Com as mesmas pessoas, enfim a mesma história. No final da noite, acabada de tanto dançar me chega aos ouvidos que " o fulano" queria ficar comigo. Isso mesmo meu caro leitor, aquele mesmo FDP que passava por mim e fingia que não conhecia, que eu tinha que fazer macaquices pra prestar um pouco mais de atenção em mim, aquele mesmo que me iludiu mostrando ser um cavalheiro. Então meu caro leitor, o que você acha que eu fiz? Fiquei com ele óbvio (mó gatinho)!!! Um beijo, só isso, e eu virei as costas e fui embora, como se nada tivesse acontecido. Quanto a ele? Que vá plantar batatas!! Passava por ele e nem era comigo. Pra todos os efeitos nada nunca aconteceu. Já recebi umas cantadas dele algumas vezes em algumas festas, mas não acrescentaram em nada. Só porque não há nada melhor que um salto alto, um cabelo bem penteado e uma bela maquiagem, pra você achar que pode dispensar pessoas bonitas por aí. Nada mais, nada menos que o efeito Cinderela...

domingo, 23 de agosto de 2009

2ª postagem

Tentando pensar em algo pra escrever, lembrei de alguns momentos memoráveis do início da minha adolescência (puberdade). Não lembro ao certo quando foi meu primeiro beijo, na verdade eu nem sei o que pode ser considerado um beijo " de verdade"(estalinhos, colantes, de língua, etc...). Se um homem pede um beijo e vocêunzinho tipo "estalinho" ele fala que isso não é beijo, é beijo de amigo, etc. Agora se você da um beijo desses em um amigo...PQP é o fim do mundo! Perdeu o namorado!! Enfim, como eu ia escrevendo, um dos momentos mais trágicos da minha vida foi o primeiro beijo (que não era o primeiro, mas era o primeiro...sei lá). Então foi com um menino estilo "treva" com quem eu estudava, e tudo isso pra uma amiga (amiga é o cassete) poder sair com o carinha que ela era afim. Então fui lá , toda cheia de vergonha, com um frio na barriga do "baralho" achando que ia ser simples e rápido....Nunca foi!! Eu tentava sair e o menino não deixava, descia o rosto e o menino não soltava. Moral da história? Até o meu cabelo saiu babado(ECaAAA). Enfim essas foi uma das ...

Aí lembro-me de outro caso: meu primeiro "namoradinho". Definição de "namoradinho": primeiro namorado na puberdade. Então meu primeiro "namoradinho", e até que durou bastante. Assisto hoje esses pré-adolescentes que trocam de "namoradinho" que nem troca de roupa íntima, na minha época não foi assim. Então, o meu primeiro "namoradinho" era uns 3 anos mais velho que eu, tinha motinha e tudo (nunca andei), simpático, engraçado e como todo homem, quantitativo. Eu não sei meu caro leitor se isso se encaixar ao seu habitat, mas aqui no meu fim de mundo, quem tem um meio de transporte que tenha duas ou quatro rodas e um motor, já é "pegável". Antigamente mercenárias, hoje "piriguetes"!!! E aí pra dar prosseguimento, eu quase fui abandonada por uma dessas aí, mas eu ao ver que a coisa podia ficar preta, acabei com tudo antes(grandes coisas ¬¬)!! Mas depois de alguns meses, voltamos e continuei com ele por mais um tempo, no total foram uns nove meses, mas perdeu a graça, e aí eu fui conhecer novas pessoas...

Continua na próxima postagem...

sábado, 22 de agosto de 2009

Primeira postagem

Como começar uma primeira postagem? Uma apresentação talvez seria indispensável...

Boa noite, meu nome é Amanda tenho 17 anos e 11 meses (e alguns dias), sou carioca, moro na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, sou solteira, não tenho filhos, moro com meus pais, formada em téc. enfermagem, não tenho uma cor de pele definda, apesar do pouco tempo de vida tenho mil histórias que posso contar...Não sou famosa, não tenho ídolos(além de Deus), gosto de quase todos os tipos de música, moro no bairro de Santa Cruz (última parada do trem), e tenho um espírito um tanto quanto velho para minha idade.

Nessa vida já fiz muiito coisa. Já atendi balcão de lanchonete, já limpei bumbum cagado(de adultos), já fui recepcionista de buffet, explicadora para crianças, babá, etc... Sou um tanto quanto diferente. Apesar do tamanho compacto, possuo uma voz grave e a estranha mania de querer arrumar confusão com gente maior que eu (ainda bem que ninguém me deu atenção até hoje). No último ano as tentativas de ter um relacionamento sério com alguém foram um tanto quanto frustradas e repetitivas, para cada tentativa um mesmo fim , mas ainda não desisti. Fui um exemplo de pré-adolescente até entrar no ensino médio, nunca fiz nada exarcebadamente errado, mas já errei bastante. Tenho o sonho de ser entrevistada pelo Jô, só num sei porque ele me entrevistaria.

Desde de criança tenho a vontade de escrever um livro. Cheguei a criar algumas histórias mas nunca divulguei, e nem sei se ainda exsitem. Mas ao longo do tempo percebi que seria mais interessante escrever sobre a minha vida, como ainda me falta coragem (e dinheiro) para publicar algo em papel, criei o blog.

Como já comentei a minha vida começou no ensino médio. Eu estudava em tempo integral, passava mais tempo na escola com desconhecidos do que em casa. Meu primeiro ano não foi muito marcante. Nessa época arrumei meu primeiro namorado oficial, com quem eu ficaria um ano e alguns meses. Nessa mesma época eu conheci algumas pessoas que fazem parte da minha vida até hoje. Sinto falta desse tempo...

Interessantes mesmo foram os meu 2° e 3° anos, mas aí a história é longa e eu continuo na próxima postagem...


Será que fui bem?